Plataforma Conto Eventos
Do convite à porta: a confirmação que chega organizada e as informações que não se multiplicam em versões.
Dos orçamentos à prestação de contas: cada valor com seus documentos e o histórico que não se perde.
As telas desta apresentação são da plataforma em operação.
Os eventos, nomes e valores que aparecem nelas são fictícios, criados apenas para ilustração.
Nenhuma equipe de cerimonial escolheu o Excel e o WhatsApp por acaso: foi com eles que o trabalho foi possível até aqui, e bem executado. O problema não reside na escolha, mas no limite de cada uma dessas ferramentas quando o número de eventos cresce e as listas de convidados e controles se multiplicam em distintos lugares.
A planilha é enviada por e-mail e vira duas. Depois três. Sobe para a nuvem, e passa a existir a que está lá e a que alguém copiou para o próprio computador — cada uma com alterações que a outra desconhece. O nome incluído numa não consta da outra, a coluna “confirmou?” é preenchida por três pessoas em momentos distintos e, a certa altura, já não se sabe qual arquivo é o válido. No dia, ela é impressa — e a partir da impressão congela no tempo, enquanto o evento prossegue. E fora da lista o problema se repete: o controle do orçamento e dos pagamentos vive noutra planilha, com a mesma pergunta — qual é a versão?
As respostas chegam ao WhatsApp de quem enviou o convite, e cada “confirmado!”, cada “não vou poder”, cada “posso levar minha esposa?” precisa ser lido e transcrito manualmente para a planilha.
E há um limite anterior a esse: o envio de convites a centenas de contatos a partir de um WhatsApp comum leva o próprio aplicativo a limitar e bloquear o número. Resta aguardar que a suspensão termine ou concluir o envio por outra linha — e o histórico da conversa passa a residir em dois lugares.
E o que está no celular de uma pessoa mora com ela: nas férias, na mudança de setor, na troca de gestão.
O cerimonial não realiza um evento de cada vez: conduz vários simultaneamente, cada um em fase distinta. Um ainda em convite, outro em plena confirmação, outro acontecendo agora, outro já no dia seguinte, reportando o encerramento e prestando contas.
Cada um tem sua lista, suas comunicações e seu plano de execução, sem mistura. E quando um mesmo ato tem várias partes — cerimônia e recepção por exemplo —, elas se reúnem sob o mesmo teto sem perder o detalhe de cada uma.
A lista que já existe entra por importação. O Excel de hoje é o ponto de partida, não trabalho perdido. Dali em diante ela deixa de ser um arquivo e passa a ser um lugar: uma única versão, que a equipe inteira consulta ao mesmo tempo, atualizada no instante em que alguém confirma.
Os convidados se organizam por famílias, grupos e categorias — o recorte que o cerimonial precisar —, e cada um traz seu contato a um toque. A mesma lista está no computador da equipe e no celular de quem estiver na rua.
Save the date, convite, RSVP, QR Code de acesso, agradecimento: cada comunicação do evento é uma campanha, e é enviada para a lista inteira em minutos — chegando como mensagem individual, com o nome de quem recebe.
E cada campanha fica acompanhada pelo estágio em que está: em preparação, pronta, processando ou finalizada. Numa tela só se vê o que já foi, o que está saindo e o que ainda espera decisão.
Um assistente por etapas (Mensagem · Escopo · Resumo · Envio · Resultado): escolhe-se o template aprovado na Meta, preenchem-se as variáveis — inclusive o cabeçalho, que pode ser uma imagem fixa ou o QR do próprio convidado — e um preview automático mostra, ao lado, a mensagem já com os valores no lugar: a conferência de como o convidado vai receber, antes de qualquer envio.
Definida a mensagem, o segundo passo é o escopo: quem da lista vai receber a comunicação. Ele pode ser padrão — a lista inteira — ou especial, e aí diversos filtros ficam disponíveis para recortar o público. Enquanto se ajusta o recorte, o volume de convidados que atendem àquele escopo aparece em tempo real: sabe-se para quantas pessoas a campanha vai antes de disparar qualquer coisa.
Disparada a campanha, cada envio fica acompanhado, convidado a convidado: entregue, lido, respondido — e o que falhou aparece marcado, com o botão de reenviar ao lado.
E a repescagem alcança apenas quem entrou na lista depois ou teve algum dado relevante alterado — sem reenviar a quem já recebeu, o incômodo que faz um convidado bloquear o número.
A campanha do bloco anterior não termina no envio: ela vira conversa. O que o convidado responde chega ligado a ele e ao evento a que pertence — não é uma caixa de mensagens à parte, que alguém precisa conferir e transpor para a lista.
O fio aparece inteiro — o save the date, o convite, o QR e a resposta, na mesma tela — e fica disponível: de qualquer lugar, para quem tem permissão, e preservado depois que o evento acaba, em vez de sair junto com quem trocou de setor.
Das respostas que chegam pelo WhatsApp, a plataforma faz a leitura e propõe: a intenção — confirma, recusa ou tem dúvida —, o trecho da mensagem que sustenta a proposta e o grau de confiança da leitura.
A partir daí, quem define o grau de automação é o cerimonial. Uma confirmação simples, em que nada da identidade muda, pode entrar sozinha. Já uma mudança de nome sempre pede aprovação manual — é a regra que protege a integridade da lista.
E o que não é claro fica marcado, não decidido: um “posso levar minha esposa?”, um recado ambíguo. A equipe aprova em lote ou uma a uma, e fica registrado quem revisou e quando.
Pelo site do evento, integrado com a plataforma, o convidado encontra o próprio convite pelo telefone e confirma — a presença dele e a dos acompanhantes cadastrados — sem aplicativo, sem login, sem senha.
E quando não há lista pronta, o caminho pode se inverter: o próprio convidado se inclui, e a lista nasce do RSVP, já com acompanhantes e faixa etária.
E quando não há lista pronta, o caminho pode se inverter: o próprio convidado se inclui, e a lista nasce do RSVP, já com acompanhantes e faixa etária.
** Requer leitoras ou celulares na recepção
Cada convidado recebe o próprio QR Code, com o nome dele — não é um código único distribuído a todos, nem uma senha que se copia. É uma credencial individual, e é ela que permite registrar, no instante da entrada, exatamente quem entrou.
O QR nasce da identidade visual do evento: um logo ou monograma no centro, e a moldura, as cores e o fundo compondo uma peça única — configurada com preview ao vivo para quem o constrói. Deixa de ser um quadrado preto e branco e passa a conversar com o convite.
** A leitura do QR requer leitoras ou celulares na recepção.
Os códigos são gerados em lote, para sair na campanha para a lista inteira, ou um a um, com download imediato, quando alguém entra na lista depois. E chegam pela própria conversa: um para cada pessoa — o titular, o acompanhante, a criança —, cada um com o seu nome.
** Requer notebooks ou celulares na recepção, ou a lista impressa, pré-formatada
Sem o QR — porque esqueceu, trocou de telefone ou nunca abriu a mensagem —, a porta não trava: uma busca pelo nome encontra o convidado e o check-in acontece ali mesmo. Se a equipe preferir papel à mão, a lista inteira sai em Excel para imprimir. E quando aparece quem não estava previsto — o convidado que confirmou por outro canal ou que veio no lugar de outro —, o Fast Track cadastra e dá entrada instantaneamente: a pessoa entra registrada como todas as outras.
** O check-in manual e o Fast Track requerem notebooks ou celulares. Sem nenhum dispositivo, usa-se a lista impressa, pré-formatada.
Um toque na entrada e o convidado está dentro, recebido pelo nome. Sem fila no pico, quando todos chegam juntos.
E a coordenação acompanha ao vivo: quantos já entraram e quantos ainda faltam são atualizados em tempo real, numa curva de chegada em faixas de quinze minutos — a informação que decide a hora de começar.
** A curva ao vivo só existe quando o check-in é feito na plataforma. Com a lista impressa, a contagem só pode ser disponibilizada após a transcrição das marcações.
** Podemos usar números já ativos da Conto Eventos, se aplicável.
O canal não nasce pronto, e o caminho tem dois tempos: primeiro se cria o canal na Meta; na sequência, ele se configura na plataforma.
A conta. É preciso uma conta Meta Business do CNPJ, com verificação de empresa: documentos que comprovem a existência legal do órgão, aceite dos termos da Meta e uma política de privacidade publicada. Vale registrar o limite disso: a verificação atesta que a instituição existe, não a conformidade com a LGPD — a base legal do tratamento é da instituição, como controladora.
** Podemos usar números já ativos da Conto Eventos, se aplicável.
Os modelos. Não se dispara texto livre para quem ainda não escreveu: cada modelo é submetido e aprovado antes de ir ao ar. A redação define a entregabilidade e o custo — uma redação informativa é Utilidade, que entrega melhor e custa menos; com saudação e tom de divulgação, vira Marketing, sujeito a restrições de entregabilidade da Meta. E só se entrega automaticamente a quem consentiu em receber — o opt-in é exigência dos termos da Meta. Respondida a mensagem, abrem-se 24 horas de conversa livre, sem modelo: é ali que o cerimonial conversa de verdade.
O número. Pode ser um número dedicado ou vários, conforme a operação — e aqui está o ponto que decide a escolha: uma vez integrado com a plataforma, esse número deixa de funcionar no aplicativo e na web — mesmo o WhatsApp Business. Quem atende pelo celular no dia a dia não pode ceder o próprio número; é preciso separar uma linha para isso.
O nome de exibição. O nome é aprovado pela Meta e vinculado ao CNPJ da instituição. É o que o convidado vê antes de abrir a mensagem — e não um telefone desconhecido. Quem não quiser receber pode bloquear o número; o que o nome garante é que ninguém precise adivinhar quem está falando.
Na sequência, o canal se configura na plataforma. Os números entram com as credenciais da Meta (WABA) — e vários podem conviver, um por secretaria ou por tipo de evento, compartilhando os mesmos modelos. Cada modelo aprovado pode ser associado aos eventos e às campanhas que vão usá-lo. Dentro de cada modelo se mapeiam as variáveis — nome, evento, data e o que mais o texto pedir. São elas que fazem a mesma mensagem chegar personalizada para cada convidado.
Terminada a solenidade, começa o relatório — para a chefia, para a imprensa, para o processo. Um clique gera a planilha completa do evento.
Resumo Evento. O total de convidados e quanto disso ficou em lista de espera; quantos entraram, separados por faixa etária; e os ausentes separados pelo que disseram antes — confirmou e não veio, nunca respondeu, ou avisou que não vinha. A equipe do cerimonial é contada à parte, fora desses totais.
Detalhe Convidados e Cerimonial. Todos os detalhes registrados de cada convidado: família, nome, grupo, categoria, faixa etária, telefone, o nome como saiu no QR e o nome como veio na lista original. Depois, o que a prestação de contas pede: se confirmou, se entrou, a data e a hora exatas do check-in, qual operador o registrou e os recados que ele deixou ao responder pelo site. A equipe do evento ganha uma aba própria, com os mesmos detalhes — quem trabalhou, quem entrou e a que horas.
Detalhe Mensagens. Uma linha por campanha: o tipo, quando foi criada, o primeiro e o último envio e quantas pessoas alcançou. E, fora das campanhas, o que foi conversa de verdade: quantas mensagens chegaram dos convidados, quantas foram respondidas e em quantas conversas houve troca.
RSVP por Canal. De onde veio cada confirmação — site, WhatsApp, auto-cadastro ou lançamento da equipe. As respostas únicas aparecem separadas das submissões, porque reenvio e correção contam como submissão e mascarariam o número. Fecha com quem não respondeu e quantas buscas de convite houve no site.
Emitido o relatório, o evento pode ser concluído. Ele sai da lista dos ativos e deixa de disputar atenção com o que ainda vai acontecer; os QR são eliminados, porque já cumpriram o que tinham a cumprir. Nada do que o evento registrou é apagado — convidados, check-ins, mensagens e confirmações continuam no lugar. Por isso a ordem importa: o relatório se gera antes e a conclusão vem depois.
O mesmo evento que tem lista tem custo — e a plataforma acompanha os dois. Estimado, orçado, contratado e pago ficam lado a lado, atualizados à medida que o evento avança. O caminho tem seis etapas, e cada uma deixa o seu documento: o orçamento, as propostas, o contrato, os pagamentos, o extrato e a visão dos pagamentos.
O orçamento. Categorias e itens, cada um com o valor estimado e uma nota de contexto, compondo um primeiro orçamento do evento, ainda raso. A categoria também pode entrar como pacote fechado, com um valor único ou com os itens abertos. É o que permite orçar do jeito que o cerimonial organiza ou como o fornecedor cotou, respeitando a granularidade necessária.
As propostas. Cada fornecedor apresenta a sua, e elas se comparam antes da escolha. Uma proposta pode cobrir um item ou a categoria inteira, e traz valor, quantidade, unitário, desconto, escopo, validade e condições de pagamento — com o documento do fornecedor anexado. E o que ainda está sendo conversado não fica fora da proposta: as pendências podem ser relacionadas e continuam visíveis ao lado do valor — depois reaparecem na tela do contrato, para não se perder na passagem. Toda alteração cria uma nova versão, com nota do que mudou: o que se cotou em março e mudou pelo caminho continua com o histórico legível em setembro.
O contrato. A proposta escolhida vira contrato, que percorre aguardando, recebido e assinado, com o documento anexado, a data da assinatura e a vigência — e esse documento pode ser o da própria proposta, quando ela já vale como contrato. Também é versionado — e também guarda o histórico.
Os pagamentos. O contrato se desdobra em parcelas, cada uma com vencimento e situação: a pagar, atrasada, agendada, paga. E cada parcela paga carrega o seu comprovante. É o que transforma uma planilha de valores em uma prestação de contas: o número e o documento que o sustenta, no mesmo lugar. E junto delas ficam os dados de repasse do fornecedor — a conta para onde o valor vai, registrada onde o pagamento acontece.
O extrato. É gerado em PDF a qualquer momento, com o escopo, o valor previsto, o contratado e o quitado — o retrato que vai para a chefia, para a imprensa ou para o processo.
E nem todo mundo precisa ver tudo. Quem acompanha apenas o desembolso entra pela Visão dos Pagamentos: o resumo do que está previsto, contratado e pago, as parcelas pendentes por fornecedor — com vencimento, situação e o comprovante para baixar — e o fluxo de caixa mês a mês. O orçamento e as propostas ficam de fora, numa permissão à parte.
Antes de o primeiro convidado chegar, já entraram montagem, fornecedores, imprensa e equipe própria — e essas pessoas raramente estão em lista nenhuma.
O cadastro começa no cerimonial: cada fornecedor é cadastrado no evento com a cota de profissionais que pode trazer e a janela de acesso em que eles podem circular.
Definido o limite, o fornecedor recebe o link pelo WhatsApp e faz o cadastro da própria equipe — função, janela e zonas, pessoa a pessoa, porque o fotógrafo não precisa dos mesmos acessos do buffet. E cada profissional pode receber o seu link individual para completar o que é dele: a própria foto e o próprio documento. O consentimento para uso fica registrado, com a data e o caminho por onde foi dado.
A aprovação. Nada vira credencial sozinho. O cerimonial aprova ou rejeita cada cadastro: os aprovados entram na fila para emissão, e os rejeitados voltam ao fornecedor com o motivo, para correção ou substituição do profissional.
Aprovado, é emitida a credencial digital, enviada por WhatsApp. Se o evento pedir credencial física, saem também os crachás nominais com foto — em formato de cartão, prontos para a gráfica —, com contingência para associação na porta, quando alguém chega sem estar previsto.
A porta. Entrada e saída ficam registradas, por QR Code ou pelo check-in manual na plataforma, e com isso se tem o controle de quem está dentro a todo momento. É a diferença entre ter a lista de quem podia entrar e saber quem está lá. E, se alguém for desligado na véspera, a credencial se revoga na hora — evitando uma presença não mais autorizada, sem depender de recolher o crachá.
Um evento envolve muitas pessoas, e nem todas precisam ver tudo. São diversos perfis, cada um com o seu escopo de atuação — Gestor, Planner, Financeiro, Anfitrião, Recepção e Check-in.
Tudo começa com o cerimonialista. É a partir do login dele que se cadastra a equipe: cada pessoa entra vinculada a ele, e é esse vínculo que forma o time.
Daí em diante são duas regras, e elas não se confundem. O perfil define o que a pessoa faz e a que acessos ela chega: quem cadastra convidado, quem dispara mensagem, quem confere na porta, quem vê valores. E a equipe define em quais eventos — quem trabalha com um cerimonialista alcança os eventos dele, sem precisar ser liberado um a um. O anfitrião é a exceção — e a única: o acesso dele é evento a evento, pois cada anfitrião deve enxergar apenas os seus próprios eventos.
Quando a equipe muda, o acesso muda com ela — e o histórico do evento fica: quem cadastrou, quem disparou, quem registrou a entrada continua no registro, mesmo que a pessoa já não trabalhe ali.
Obrigada!
Cada evento tem uma história.
A gente escreve a experiência.